ES registra 1.916 casos de tuberculose em 2025 e reforça prestígio do tratamento gratuito pelo SUS
Nesta terça-feira (24), Dia Mundial de Combate à Tuberculose, o sistema de saúde capixaba reforça estratégias de controle da doença com foco na Atenção Primária à Saúde (APS), em seguida o estado registrar 1.916 casos e 113 mortes no ano de 2025. A mobilização procura interromper a prisão de transmissão por meio da procura ativa de pacientes e do tratamento gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS), integrando equipes médicas e de assistência social no combate à doença. preconceito que ainda afasta os infectados das clínicas.
Os dados, provenientes do e-SUS Vigilância em Saúde (e-SUS VS), apontam aumento no número de infecções em relação ao ano anterior. Em 2024, o estado registrou 1.882 novos casos da doença infectocontagiosa, além de 146 óbitos. O cenário atual fundamenta a urgência na emprego de medidas de prevenção, diagnóstico e desvelo por secção dos órgãos de saúde pública.
O papel da Atenção Primária e do monitoramento dos pacientes
A base para identificação e comitiva dos casos ocorre nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). As equipes de Saúde da Família são responsáveis pela detecção precoce da doença por meio da procura ativa dos chamados Sintomas Respiratórios (SR). Segundo as orientações do SUS, a prontidão nesse diagnóstico é o principal fator para impedir a propagação do microrganismo.
Para prometer que os pacientes não abandonem a medicação, a APS realiza o Tratamento Diretamente Observado (TDO). Nessa estratégia, um profissional de saúde acompanha pessoalmente a ingestão de medicamentos do paciente. O método permite o monitoramento de possíveis efeitos colaterais, o explicação de dúvidas e a manutenção de suporte contínuo, elementos necessários para adesão plena ao tratamento até a tratamento.
Formação profissional e ações no Espírito Santo
Para estruturar o atendimento nos territórios capixabas, o Instituto Capixaba de Ensino, Pesquisa e Inovação em Saúde (ICEPi) investe na qualificação permanente de profissionais das áreas de saúde e assistência social. Atualmente, o Instituto oferece Especialização em Eliminação da Tuberculose e Doenças Socialmente Determinadas. A iniciativa, considerada pioneira no país, está em curso em polos dos municípios de Vitória e São Mateus.
O ICEPi também desenvolve o Programa de Qualificação de Redes de Vigilância em Saúde (PQRVS). O programa atua na prevenção e controle da tuberculose por meio do uso estratégico de dados e da integração entre diferentes setores do sistema de saúde do estado.
Fatores sociais e o repto do estigma
Classificada clinicamente uma vez que “doença social”, a tuberculose apresenta possante associação com determinantes sociais, estando ligada a contextos de fragilidade e vulnerabilidade. O preconceito é indicado uma vez que um dos principais obstáculos ao diagnóstico precoce.
A associação incorreta da doença, pela população, com pobreza extrema ou estilos de vida marginalizados gera pavor nos indivíduos com sintomas. Consequentemente, as pessoas com tosse prolongada evitam procurar atendimento médico durante semanas, temendo discriminação no envolvente familiar ou de trabalho, o que mantém ativa a prisão de transmissão da doença.
Para mitigar nascente cenário, o estado trabalha para combinar cuidados clínicos e proteção social. A pesquisadora do PQRVS, Carolina Sales, explica uma vez que essa dinâmica funciona na prática:
“Nesse sentido, por meio do Observatório da Tuberculose, o SUS e o Sistema Único de Assistência Social (SUAS) do Espírito Santo estão cada vez mais integrados, por meio de fluxogramas intersetoriais no tratamento da Tuberculose, para prometer que as pessoas recebam tratamento adequado, alcancem a tratamento da doença e tenham chegada à proteção social”afirmou o pesquisador.
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