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Datafolha: Lula chega a 40%, abre 9 pontos sobre Flávio Bolsonaro e se isola na liderança

Datafolha: Lula chega a 40%, abre 9 pontos sobre Flávio Bolsonaro e se isola na liderança

Datafolha: Lula chega a 40%, abre 9 pontos sobre Flávio Bolsonaro e se isola na liderança

A novidade pesquisa Datafolha, publicada nesta sexta-feira (22), mostra que o presidente Lula (PT) aumentou de 3 para 9 pontos percentuais sua vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na intenção de voto para o primeiro vez das eleições presidenciais. A pesquisa, realizada entre 20 e 21 de maio em 139 municípios, capta o impacto das denúncias no caso “Dark Horse”, que envolve o parlamentar e ex-banqueiro Daniel Vorcaro. No cenário atual, Lula atinge 40% de intenção de voto diante de 31% de Flávio Bolsonaro.

Movimento nos cenários de primeiro e segundo vez.
Na aferição realizada na semana anterior, a maior secção das entrevistas havia sido realizada antes do surgimento do caso. Na ocasião, Lula e Flávio Bolsonaro estavam tecnicamente empatados dentro da margem de erro, com 38% e 35%, respectivamente.

Na simulação de segundo vez entre os dois pré-candidatos, o cenário de paridade de 45% registrado na semana passada foi modificado: Lula oscilou até 47% e Flávio Bolsonaro atingiu 43% de intenção de voto.

Detrás dos dois líderes na disputa do primeiro vez, empatados estão o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD-GO), com 4%, Romeu Zema (Novo-MG), com 3%, Renan Santos (Missão), com 3%, e Samara Martins (UP), também com 3%.

Inferior eles aparecem:

  • Augusto Cury (Avante): 2%
  • Rui Costa Pimenta (PCO): 1%
  • Cabo Daciolo (Mobiliza): 1%
  • Aldo Rebelo (DC): 1% (retirado da disputa partidária posteriormente registro da votação)

O impacto do caso ‘Dark Horse’ e as versões do candidato
A desistência de Flávio Bolsonaro ocorre posteriormente a publicação de uma reportagem do site Intercept Brasil, apontando que o senador solicitou recursos financeiros ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, sob a justificativa de produzir um filme chamado “Dark Horse”, sobre a campanha de Jair Bolsonaro em 2018. A Polícia Federalista investiga se secção dos valores foi destinada a revestir despesas do deputado criminado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nos Estados Unidos.

Segundo o Datafolha, o incidente foi amplamente divulgado: 64% dos entrevistados disseram ter conhecimento do caso, e o mesmo percentual (64%) afirmou confiar que o senador agiu mal na situação.

O senador mudou suas explicações públicas com o passar dos dias. Ele inicialmente descreveu a denúncia uma vez que falsa. Posteriormente, ele confirmou o pedido de moeda para a produção do filme, negando encontros pessoais com o ex-banqueiro. Porém, posteriormente o site Metrópoles revelar uma visitante ao empresário em prisão domiciliar, Flávio Bolsonaro admitiu, nesta terça-feira (19), ter se encontrado com Vorcaro posteriormente sua libertação da prisão. O Master Bank, controlado pela Vorcaro, foi liquidado no ano anterior em meio a investigações por fraude em ativos financeiros e títulos públicos.

Diante do desgaste político e da perda de espeque nos setores econômico e religioso, a campanha do senador mudou de marqueteira nesta quarta-feira (20), mantendo a decisão de seguir na disputa eleitoral.

Simulações com Michelle Bolsonaro e outros concorrentes
O instituto de pesquisa também analisou o nome da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). Numa provável simulação de primeiro vez, Michelle obteve nota subordinado à do enteado, obtendo 22% contra 41% de Lula e 6% de Romeu Zema.

Num provável segundo vez direto contra o atual presidente, Michelle atinge patamar semelhante ao de Flávio: 43% contra 48% do PT. Atualmente, o ex-presidente Jair Bolsonaro e o PL planejam a candidatura de Michelle ao Senado Federalista no Província Federalista.

Nas simulações de segundo vez com outros nomes da oposição, Lula variou entre 46% e 48%, enquanto Ronaldo Caiado registrou 39%. Contra Romeu Zema, Lula obteve a mesma variação (48%), enquanto o governador de Minas Gerais passou de 40% para 39%.

Atributos e repudiação de pré-candidatos
O Datafolha também mediu o índice de repudiação e a percepção dos atributos dos concorrentes. Em termos de repudiação, Flávio Bolsonaro lidera com 46%, seguido de perto por Lula, com 45%. Michelle Bolsonaro registra 31% de repudiação, sendo desconhecida de 13% do eleitorado (Flávio é ignoto de 7%). Ronaldo Caiado e Romeu Zema apresentam índices de ignorância supra de 50%, com rejeições de 15% e 18%, respectivamente.

Na pesquisa espontânea, em que não são apresentados os nomes dos candidatos, Lula mantém 28% das menções e Flávio Bolsonaro monopoliza 17%. Michelle não foi mencionada espontaneamente.

Quanto à imagem dos candidatos, a investigação detalha divisões no eleitorado:

  • Experiência: Lula é indicado por 55% dos entrevistados uma vez que o mais experiente, diante de 18% de Flávio Bolsonaro.
  • Modernidade e Inovação: Flávio Bolsonaro lidera com 31%, diante de 26% de Lula.
  • Moralidade: Lula foi indicado uma vez que “o mais corrupto” por 46% dos entrevistados, diante de 30% atribuídos ao senador.
  • Resguardo de classe: 53% acreditam que Flávio Bolsonaro é o candidato que mais defende os ricos, contra 18% de Lula.
  • Proximidade com a população: Lula tem 52% das menções uma vez que alguém que “se parece mais com a população brasileira”, diante de 23% de Flávio.
  • Autoritarismo: 40% consideram que Flávio Bolsonaro é o mais dominador, contra 26% que atribuem essa propriedade a Lula.
  • Segurança pública e combate à violência: Flávio Bolsonaro é considerado por 33% o mais pronto, contra 29% de Lula e 5% de Ronaldo Caiado.
  • Resguardo das mulheres: O presidente lidera com 38%, seguido por Flávio Bolsonaro (19%) e Samara Martins (8%).

O perfil de espeque dos dois principais concorrentes não registou alterações estruturais. Lula mantém vantagens entre as mulheres, eleitores de menor renda e escolaridade, católicos e na região Nordeste. Flávio Bolsonaro obtém maiores percentuais entre os eleitores do sexo masculino, evangélicos, moradores das regiões Sul, Setentrião e Núcleo-Oeste e na classe média.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-07489/2026. A margem de erro universal é de mais ou menos dois pontos percentuais, com base nas opiniões de 2.004 eleitores com 16 anos ou mais.

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