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Lula chega à França para o G7 e procura reunião com Trump para impedir novas tarifas contra o Brasil

Lula chega à França para o G7 e busca reunião com Trump para impedir novas tarifas contra o Brasil

Lula chega à França para o G7 e procura reunião com Trump para impedir novas tarifas contra o Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou nesta segunda-feira (15) à região da cúpula do G7 para participar uma vez que convidado do encontro de líderes das maiores economias do mundo em Évian-les-Bains, na França. A estratégia do Palácio do Planalto foi antecipar a chegada do presidente para prometer sua presença desde a preâmbulo das atividades, avaliando a oportunidade de uma conversa informal com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A medida ocorre em meio a tensões diplomáticas causadas por novas propostas de tarifas alfandegárias dos EUA sobre as exportações brasileiras.

Reuniões bilaterais e acordos comerciais
Ao desembarcar em Genebra, na Suíça, antes de seguir para território gálico, Lula cumpriu na manhã desta segunda-feira o primeiro compromisso solene da viagem, reunindo-se com o presidente suíço, Guy Parmelin. Ambos os líderes falaram sobre negócio bilateral e defenderam que o Pacto Mercosul-EFTA funciona uma vez que uma selecção para expandir o mercado num cenário de protecionismo global. Nessa ocasião, os líderes decidiram expandir a cooperação mútua em áreas uma vez que perceptibilidade sintético, transição energética, minerais críticos, biotecnologia, saúde e resguardo. Parmelin parabenizou o governo brasiliano pelo combate ao desmatamento e pelo planejamento da COP 30, confirmou Belém.

A agenda do presidente brasiliano na Europa inclui uma série de outras reuniões bilaterais estratégicas. Também está marcada para segunda-feira uma reunião com o anfitrião da cimeira, o presidente gálico, Emmanuel Macron, seguida de uma audiência com o secretário-geral da Interpol, Valdecy Urquiza. Estão marcadas reuniões para terça-feira, 16 de junho, com a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, e o presidente do Egito, Abdel Fattah El-Sisi. O Palácio do Planalto também trabalha para alinhar as negociações com os chefes de estado da Alemanha, Canadá, Itália e Reino Unificado.

Concentre-se na contenção das tarifas dos EUA
A prioridade da diplomacia brasileira no fórum econômico é mitigar o impacto de uma novidade ofensiva mercantil de Washington. Uma recente investigação realizada pela representação mercantil dos EUA com base na Seção 301 da Lei de Negócio sugeriu a emprego de uma alíquota de 25% aos produtos provenientes do Brasil, alegando supostas práticas desleais. Aliás, a Moradia Branca considera impor uma sobretaxa suplementar de 12,5% a um grupo de 60 nações, incluindo o Brasil, por considerar que os esforços para combater o trabalho forçado são insuficientes. Se ambas as medidas forem consolidadas, a trouxa tributária totalidade sobre os itens nacionais exportados para os Estados Unidos poderá chegar a 37,5%.

Embora membros do governo federalista considerem a alíquota de 12,5% uma decisão difícil de virar, há otimismo quanto à renegociação do imposto de 25%. Os canais institucionais já foram abertos por um grupo de trabalho bilateral criado no dia 7 de maio. No último sábado, o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Negócio e Serviços, Marcio Elías Rosa, realizou uma conferência virtual com o representante mercantil dos Estados Unidos, Jamieson Greer, e definiu que novas rodadas técnicas serão realizadas nos próximos dias. Devido a esse diálogo contínuo de basta nível, assessores palacianos avaliaram que seria desnecessário um pedido formal de audiência entre Lula e Trump, preferindo descrever com um diálogo informal nos corredores do evento para romper o impasse.

Posição sobre perceptibilidade sintético e diplomacia
Durante as sessões plenárias de terça e quarta-feira, reservadas ao debate dos desequilíbrios macroeconómicos globais, Lula falará contra o unilateralismo e o extenuação das entidades multilaterais, exigindo um maior papel da Organização Mundial do Negócio, a OMC. Diplomatas dizem que a postura do presidente será estritamente formal e diplomática, em contraste com as declarações da semana passada, quando o presidente disse que Trump “Ele não foi eleito imperador do mundo.”

O líder brasiliano também discursará em almoço de trabalho devotado à perceptibilidade sintético. Procura realçar que as instituições brasileiras não adotam posturas discriminatórias contra plataformas digitais estrangeiras e que o país é receptivo a investimentos de corporações de tecnologia, desde que operem de tratado com a legislação lugar. Esta asseveração refuta diretamente o relatório do Escritório do Representante Mercantil dos Estados Unidos (USTR), que utilizou decisões do Judiciário brasiliano contra empresas de tecnologia americanas uma vez que uma das justificativas para propor sanções comerciais.

O envolvente político entre Brasília e Washington acumula outros pontos de atrito recentes, uma vez que a motim gerada pela inclusão das facções Primeiro Comando da Capital e Comando Vermelho na lista de organizações terroristas dos EUA, além da recepção solene dada por Trump ao senador Flávio Bolsonaro na Moradia Branca. O Brasil tem participado consecutivamente das reuniões ampliadas do G7 (grupo constituído por Estados Unidos, Canadá, Reino Unificado, França, Alemanha, Itália e Japão) desde o início do atual procuração presidencial, em 2023, reforçando a atuação diplomática em debates de relevância global.

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