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Alcolumbre deixa de votar no final da graduação de 6×1 no Senado e impõe condições

Alcolumbre deixa de votar no final da escala de 6x1 no Senado e impõe condições

Alcolumbre deixa de votar no final da graduação de 6×1 no Senado e impõe condições

A proposta de emenda à Constituição que procura terminar com a graduação 6×1 está bloqueada no Senado, sem previsão de início de tramitação na Percentagem de Constituição e Justiça. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, condicionou o curso da material a uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, à definição acordada do relator e a alterações no teor do texto original.

A proposta chegou ao Senado no dia 27 de maio, posteriormente aprovação na Câmara dos Deputados, mas desde portanto não foi enviada para estudo em comissões. O cenário de incerteza levanta dúvidas sobre a viabilidade da votação antes do recesso parlamentar, marcado para 19 de julho. Caso o texto não seja ratificado antes dessa data, as alterações, previstas para 60 dias posteriormente a sua promulgação, podem tornar-se inviáveis ​​antes das eleições de outubro.

Condições de processamento
O presidente do Senado tem defendido, em sessões privadas, a incorporação de sugestões de diferença do texto. Uma das alterações propostas é a inclusão de elementos de uma proposta de oposição, que permite o pagamento da hora de trabalho, com acordos individuais entre empresa e trabalhador. O padrão, denominado trabalho maleável, conta com o esteio dos empregadores.

Outra mudança ventilada prevê a manutenção da graduação 6×1 para atividades específicas, uma vez que serviços. Segundo o relatório dos aliados, o objetivo seria exigir que o setor produtivo apresente argumentos sobre perdas econômicas e aumentos de preços, caso a proibição seja mantida em graduação, para justificar alterações no texto.

Quaisquer alterações feitas pelo Senado obrigariam a reembolso da proposta para novo vez de votação na Câmara, reduzindo as chances de a medida entrar em vigor antes da eleição.

Desentendimentos sobre rituais e relatórios.
Nos bastidores, quatro pontos principais dificultam o curso do tema. A primeira refere-se à disputa pela relatoria. Alcolumbre defende um nome centrista, sem vínculos diretos com o Executivo ou com a oposição, e sugere o senador Rodrigo Pacheco para o incumbência. O governo defende agora a indicação do senador Camilo Santana.

O segundo ponto é o rito de processamento. O presidente do Senado defende que todas as propostas sobre o tema sejam apreciadas e tramitadas conjuntamente pela Percentagem de Constituição e Justiça, incluindo projetos da oposição e de outros parlamentares. Por outro lado, o presidente da percentagem, Otto Alencar, e membros do governo sustentam que exclusivamente será avançada a proposta que surgir da Câmara.

A terceira razão é a premência de uma reunião direta com o presidente Lula para discutir a agenda legislativa do ano. A reunião ainda não ocorreu e o Executivo indica que a agenda não é necessária neste momento.

Por termo, o quarto ponto envolve a relação política entre o presidente do Senado e o executivo. Deputados do entorno de Alcolumbre apontam a insatisfação do parlamentar com as supostas ações do Governo contra ele. Ou por outra, o senador tem enfrentado acusações, divulgadas recentemente pela prensa, de ter recebido verba de Daniel Vorcaro.

Em nota solene, o presidente do Senado negou a informação. O transmitido indica que as acusações são falsas e que serão tomadas medidas legais na esfera cível e criminal para que os responsáveis ​​possam apresentar provas.

Calendário e prazos
O presidente da Percentagem de Constituição e Justiça, Otto Alencar, prometeu votar a proposta na primeira quinzena de julho. Porém, o presidente do Senado afirma que o tema exige um debate prolongado e indica que não há pressa em seguir o texto.

A antecipação de um calendário vazio no Congresso, por conta dos feriados juninos e do recesso informal que terá início no dia 17 de julho, reduz as expectativas dos governantes de que a proposta seja votada em breve. O governo aposta que, devido ao apelo popular da agenda, a aprovação da proposta no Senado será inevitável.

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