Brasil reduz em 90% o número de crianças sem vacinas e sai do ranking negativo da OMS – Em Dia ES
O Brasil registrou queda no número de crianças que não receberam a primeira ração da vacina pentavalente e deixou de constar na lista dos 20 países com maiores índices de menores não imunizados. Segundo dados divulgados nesta terça-feira (15) pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Puerícia (Unicef), o país reduziu o número de crianças chamadas de “ração zero” de 360 milénio, em 2023, para tapume de 50 milénio em 2025. A queda aponta para uma redução de quase 90% no período e resulta do fortalecimento das ações conjuntas de imunização promovidas pelo Ministério da Saúde em parceria com estados e municípios.
Segundo as Estimativas de Cobertura Pátrio de Vacinação da OMS-Unicef (WUENIC), o volume de menores sem a vacina caiu de 360 milénio em 2023 para 255 milénio em 2024, atingindo a marca de 50 milénio em 2025. A queda entre 2024 e o último ano estimado sozinho foi de aproximadamente 86%. A métrica internacional avalia o aproximação à vacina com o componente DTP, que no Brasil é representado pela pentavalente. A vacina protege as crianças contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b (Hib), bactéria responsável por doenças graves porquê meningite e pneumonia.
Estratégias adotadas e melhoria do sistema
Organismos internacionais atribuem o progresso brasílio ao aumento direto da cobertura vacinal e às melhorias no sistema público de registro e divulgação de informações sobre imunização, que tornaram os dados consolidados mais completos e precisos.
As medidas adotadas pelo governo federalista, governos estaduais e prefeituras incluem a intensificação das campanhas de vacinação, a retomada dos dias de mobilização e a procura ativa de crianças com calendários incompletos. O país também investiu na ampliação da vacinação dentro das escolas, no fortalecimento da rede de salas de vacinação, na melhoria dos sistemas de informação do Programa Pátrio de Imunizações (PNI) e no monitoramento contínuo da cobertura em todo o território vernáculo.
Desempenho no cenário internacional
Os resultados brasileiros ocorrem em um momento de lenta recuperação da vacinação infantil em graduação global, cujas taxas globais permanecem inferior dos níveis registrados antes da pandemia de Covid-19. Estimativas indicam que 13,5 milhões de crianças no mundo ainda não receberão a primeira ração da vacina DTP em 2025. Outras 7,3 milhões iniciaram o esquema, mas não completaram as três doses recomendadas. Porquê resultado desta vácuo na imunização, 57 países registaram grandes surtos de sarampo durante o último ano.
Globalmente, 116 milhões de crianças, o que equivale a 90% dos bebés nascidos em 2025, receberam pelo menos uma ração, enquanto 110 milhões (85%) completaram o esquema vacinal. Entre as 195 nações avaliadas, somente 30 expandiram a sua cobertura desde 2019, enquanto 65 estagnaram ou apresentaram retrocessos. O Brasil faz segmento de um grupo restrito de 17 países que registrou aumento de mais de cinco pontos percentuais na cobertura da primeira ração da DTP. No período entre 2019 e 2025, o progressão do Brasil foi de 19 pontos percentuais, o segundo maior desenvolvimento do mundo, detrás somente da Líbia.
Confrontação nas Américas
Na Região das Américas, o Brasil teve um desempenho melhor que vários países vizinhos. Enquanto algumas nações apresentaram queda na emprego da primeira ração da vacina entre 2024 e 2025, o cenário brasílio manteve a tendência contínua de recuperação e redução no número de pessoas não vacinadas.
Atualmente, em números absolutos, os maiores números de crianças sem nenhuma ração na região estão concentrados no México (218 milénio), Venezuela (185 milénio), Argentina (101 milénio) e Bolívia (89 milénio).
As estimativas divulgadas pela OMS e pela Unicef são elaboradas anualmente com base em dados reportados pelos próprios governos e servem porquê principal referência global para o monitoramento da imunização. As entidades sublinham que o fortalecimento dos programas, sistemas de informação e estratégias nacionais para ampliar o aproximação às vacinas é forçoso para prevenir surtos de doenças imunopreveníveis e prometer a protecção da saúde das crianças.
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