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Hospital Médio do Estado é referência em neurocirurgia de subida complicação no Espírito Santo

Hospital Central do Estado é referência em neurocirurgia de alta complexidade no Espírito Santo

Hospital Médio do Estado é referência em neurocirurgia de subida complicação no Espírito Santo

No mês em que é comemorado o Dia do Neurocirurgião, 14 de abril, o Hospital Médio do Estado (HEC), em Vitória, mostra a relevância da neurocirurgia na rede pública do estado, marcada por sobranceiro volume de procedimentos e atendimentos de subida complicação. Só em março deste ano, a unidade, administrada pela Instauração iNOVA Capixaba, realizou mais de 162 cirurgias nessa especialidade. Nos últimos 12 meses foram mais de dois milénio procedimentos, com média de cinco intervenções por dia.

Com uma equipe de neurocirurgiões de plantão 24 horas por dia, sete dias por semana, o Hospital Médio do Estado (HEC) atende pacientes de toda a rede estadual do Sistema Único de Saúde (SUS), tanto em casos eletivos quanto urgentes, garantindo chegada a intervenções de subida complicação.

Entre os destaques da unidade está a oferta de técnicas avançadas, uma vez que Estimulação Cerebral Profunda (ECP) e Trombectomia Mecânica, ampliando as possibilidades terapêuticas para os pacientes atendidos. Os procedimentos permitem tratar desde doenças neurológicas crônicas até quadros agudos, uma vez que acidente vascular cerebral isquêmico, com maior precisão e melhores resultados clínicos.

Ou por outra, o hospital utiliza recursos tecnológicos compatíveis com o nível de subida complicação da neurocirurgia, uma vez que a neuronavegação, sistema que fornece imagens em tempo real durante a cirurgia e aumenta a precisão dos procedimentos. A equipe também realiza abordagens minimamente invasivas, incluindo chegada nasal ou por cateter, que contribuem para reduzir riscos e tempo de recuperação. Em situações específicas, os procedimentos podem ser realizados com o paciente acordado, possibilitando o monitoramento contínuo de funções cerebrais essenciais, uma vez que fala e movimento.

O coordenador da equipe de neurocirurgia do HEC, médico Leandro Assis, destaca o impacto da especialidade na vida dos pacientes. “Tratar doenças do sistema nervoso muitas vezes é entregar autonomia, movimento e qualidade de vida. É um trabalho que exige técnica, responsabilidade e sensibilidade”ele afirma.

Segundo ele, a precisão é um dos principais desafios da espaço, principalmente na cirurgia cerebral. “O cérebro é formado por estruturas extremamente delicadas e interligadas. Cada mediação requer um planejamento detalhado e uma realização precisa para preservar as funções vitais e evitar danos aos tecidos saudáveis”ele explica.

O técnico destaca ainda a relevância do hospital no cenário estadual. Segundo ele, o HEC é responsável por muro de 40% de todas as neurocirurgias realizadas no SUS no Espírito Santo e por aproximadamente 70% dos procedimentos de subida complicação na espaço.

Histórias que traduzem o impacto
Os números ganham sentido nas histórias dos pacientes atendidos pela unidade. Casos de recuperação posteriormente intervenções de subida complicação ilustram, na prática, o impacto da neurocirurgia e das tecnologias disponíveis no HEC.

Entre esses pacientes está Marcos Viana, que conviveu durante anos com o Mal de Parkinson e agora vive uma novidade período posteriormente passar pelo procedimento de estimulação cerebral profunda (ECP) no HEC, técnica que consiste na implantação de eletrodos em áreas específicas do cérebro, responsáveis ​​por regular sinais neurológicos alterados pela doença.

Marcos conta que os primeiros sinais surgiram com rigidez no braço, progredindo com o passar dos anos para tremores, lentidão e dificuldades em tarefas simples. “Comecei a pensar que não conseguiria mais trespassar de mansão”lembra.

Em meio aos desafios da doença, a esperança surgiu quando ele aprendeu sobre estimulação cerebral profunda (ECP) por meio de uma reportagem de TV. Na era, o procedimento ainda estava restrito a outros estados, o que o levou a pensar em viajar para realizar a cirurgia.

Com a chegada da técnica ao Espírito Santo e a possibilidade de realizar o procedimento pelo SUS, Marcos conseguiu chegada ao tratamento e iniciou uma novidade lanço em sua jornada.

Em seguida o procedimento, ele começou a notar, progressivamente, redução dos tremores, mais controle sobre seus movimentos e maior autonomia nas atividades diárias.

“O DBS mudou minha vida. Hoje tenho mais autonomia e posso fazer coisas que antes eram muito difíceis”conta.

manadeira da materia

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