Jardim explica escolha nos pênaltis e admite ‘impacto emocional’ após queda
Questionado se o Rubro-Negro poderia ter se reforçado melhor durante a janela, o técnico preferiu exaltar o elenco: “Este grupo tem demonstrado, ao longo da campanha, não é por acaso que esta é uma das melhores campanhas, sendo que fomos eliminados invictos. O grupo tem demonstrado soluções. Já tivemos grandes problemas, jogadores mais de um mês parados — Erick Pulgar, Paquetá, Arrascaeta duas vezes. Fomos conseguindo das respostas aos que estiveram de fora. O treinador tem que assumir as responsabilidades”.
Jardim também explicou a escolha que fez por Pedro entre os titulares e Arrascaeta saindo do banco no segundo tempo. Em jogos de Libertadores, Bruno Henrique vinha sendo o titular, mas começou entre os reservas para o camisa 9. Já Arrasca estava sem jogar desde que pasou por cirurgia devido à fratura no punho esquerdo, no início de outubro.
Em relação às mudanças, nós operamos as que achamos necessárias. Sabíamos que o adversário estava jogando em um bloco baixo depois da expulsão. Arriscamos com a Arrascaeta, que é um jogador entrelinhas, apesar de somente ter treinado conosco durante a semana. Era um jogador que podia nos dar um pouco essa qualidade do jogo entrelinhas.
Nós queríamos ter mais bola, e o Pedro é um jogador no jogo posicional melhor do que o Bruno Henrique. O Bruno é um jogador mais de espaço, de transição. No último jogo com os Estudiantes aqui, foi o Pedro que fez o gol da nossa vitória. Todos estes fatores nos levaram a tomar essa decisão. Se hoje o Pedro estivesse no banco e o BH como titular, e nós perdéssemos, a questão seria ao contrário.
Leonardo Jardim

Jardim ainda destacou a disputa do Brasileirão para o resto do ano. Para o técnico, o Rubro-Negro tem que dar uma resposta já na próxima partida. No torneio nacional, a equipe de Leonardo Jardim lidera com 67 pontos, um à frente do Palmeiras, e volta a campo na segunda-feira (26), contra o Atlético-MG.
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