9 em cada 10 eleitores não se arrependem de ter votado em Lula ou Bolsonaro em 2022, segundo Datafolha
Nos dias 12 e 13 de maio de 2026, o Instituto Datafolha entrou em campo em 139 municípios de todo o Brasil para traçar um retrato da opinião pública sobre o cenário político atual, revelando que a grande maioria dos eleitores não mudaria o voto nas eleições presidenciais de 2022. e a saúde porquê os maiores fracassos da gestão federalista depois três anos e quatro meses de procuração. A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-00290/2026.
Crença nas urnas e polarização firme
Depois de quase três anos e meio das eleições mais acirradas desde a redemocratização, a polarização do eleitorado continua a cristalizar-se. fez a pergunta “Você se arrepende de ter votado para presidente em 2022 ou não?” 91% dos entrevistados afirmaram não se arrepender da escolha, em confrontação com somente 8% que se arrependeram.
A lealdade é semelhante em ambos os lados da disputa. Entre os que votaram no atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 89% dizem não se arrepender, enquanto 11% dizem que sim (1% não soube responder). Entre os eleitores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o índice de pena é de 94%, e 6% declaram se arrepender. Os dados mostram firmeza em relação às pesquisas anteriores realizadas em março e abril.
Confronto institucional e desgaste do Legislativo
A intervalo entre o Palácio do Planalto e o Congresso Vernáculo é claramente percebida pela população. Para 70% dos entrevistados, a relação entre o governo Lula e o Legislativo é mais de confronto do que de colaboração. Unicamente 20% vêem mais cooperação, enquanto 8% não sabem e 2% não vêem nenhuma das duas dinâmicas.
As respostas refletem confrontos recentes em Brasília, porquê a repudiação pelo Senado da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federalista (STF) e a derrubada de vetos presidenciais. Entre o grupo que vê mais confronto, o balanço é duro: 89% consideram que esse cenário é negativo para o Brasil.
O desempenho dos próprios parlamentares também está em declínio. A pesquisa mostra que 37% da população avalia o desempenho dos deputados federais e senadores porquê ruim ou péssimo. A maioria (43%) classifica o trabalho do Congresso porquê mediano e somente 15% o considera bom ou óptimo. O insatisfação com o Legislativo é significativo tanto entre os eleitores de Bolsonaro (37% de repudiação) quanto entre os eleitores do PT (37%), e ganha força em meio à intensificação de crises recentes, porquê a que afetou parlamentares e o Banco Master pouco antes da realização da pesquisa.
Avaliação e alertas governamentais em áreas prioritárias
De forma universal, o governo Lula tem hoje uma avaliação negativa de 39% (ruim ou péssimo), uma avaliação positiva de 30% (boa ou óptimo) e uma avaliação média de 29%.
Ao desvendar as políticas públicas, o eleitorado indicou insatisfações específicas. A segurança pública lidera porquê a extensão em que a gestão federalista tem pior desempenho, destacada por 16% dos entrevistados. Seguem-se a saúde (15%), a economia (13%) e a luta contra a prevaricação (13%). Os jovens dos 16 aos 24 anos destacam mais fortemente a economia porquê uma extensão negativa (21%), enquanto as mulheres são mais críticas em relação à saúde (19%, contra 11% dos homens).
Por outro lado, quando questionados sobre onde o governo fez melhor até agora, o que mais se destacou foi o combate à inópia e à pobreza (13%), seguido do combate ao desemprego (10%) e à ensino (10%).
Ao observar as necessidades do país, os eleitores traçaram um planta evidente do que o próximo presidente da República deverá enfrentar. A saúde é a principal prioridade vernáculo, citada por 34% dos brasileiros (taxa que chega a 40% entre as eleitoras). A ensino está em segundo lugar (15%), seguida pela segurança pública (12%), pela economia (11%), pelo combate à inópia e à pobreza (7%), ao combate à prevaricação (7%) e ao combate ao desemprego (6%).
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