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Lula aumenta vantagem e rota Flávio Bolsonaro em seguida escândalo com Banco Master, segundo investigação

Lula aumenta vantagem e derrota Flávio Bolsonaro após escândalo com Banco Master, segundo investigação

Lula aumenta vantagem e rota Flávio Bolsonaro em seguida escândalo com Banco Master, segundo investigação

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aumentou a vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e lidera a intenção de voto tanto no primeiro quanto no segundo vez das eleições presidenciais de 2026. O distanciamento numérico ocorre em decorrência do vazamento de áudios entre o parlamentar e o ex-banqueiro, e agora recluso, Daniel Vorcaro, ligado ao extinto Banco Master. Num provável segundo vez, Lula tem 48,9% das intenções de voto perante 41,8% do senador.

O peso do caso Banco Master
O levantamento vernáculo foi feito dias depois de o site Intercept Brasil publicar documentos, mensagens e áudios em que Flávio Bolsonaro negocia um repasse de R$ 134 milhões para financiar o filme “Dark Horse”, que retrata a curso do ex-presidente Jair Bolsonaro. A pesquisa revela possante impacto do escândalo na opinião pública: 95,6% dos eleitores afirmam ter conhecimento do caso.

Desse grupo, 51,7% acreditam que as conversas representam “provas do envolvimento direto de Flávio Bolsonaro no escândalo do Banco Master” e 54,9% consideram que o vazamento retrata “provas obtidas em investigação legítima”. Para 45,1% dos entrevistados, a divulgação “enfraqueceu muito” a candidatura de Flávio à Presidência da República.

Quando questionados sobre a fraude financeira da instituição, 43,3% da população apontam que “principalmente os aliados de Bolsonaro” estão envolvidos no projecto, enquanto 32,8% apontam a participação de aliados de Lula. A resguardo do senador argumentou que as negociações foram profissionais e as revelações foram tentativas de prejudicá-lo. Porém, somente 33% dos entrevistados veem o vazamento porquê “uma tentativa de prejudicar politicamente Flávio Bolsonaro”.

Cenários de primeira e segunda rodada
Refletindo o desgaste recente, Flávio Bolsonaro caiu nas pesquisas. Na simulação principal do primeiro vez, Lula tem 47% das intenções de voto perante 34,3% do candidato do PL. Detrás deles, o coordenador do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos (Missão), ficou em terceiro lugar com 6,9%, seguido pelo ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), com 5,2%, e pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), com 2,7%.

O atual presidente também vence outras simulações de primeiro vez que excluem Flávio, superando nomes porquê o da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), que chega a 23,4%. Nas simulações de segundo vez, Lula derrotaria Jair Bolsonaro (48,5% a 43,4%), Romeu Zema (47,8% a 37,6%), Ronaldo Caiado (47,5% a 38,5%) e Renan Santos (47,8% a 28,4%).

Mesmo num cenário recíproco de primeiro vez liderado pelo ministro da Herdade, Fernando Haddad (PT), o PT aparece numericamente avante do senador, registrando 36,7% das intenções de voto perante 32,8% de Flávio Bolsonaro.

Repudiação e percepção de risco
A pesquisa também mediu o índice de repudiação de potenciais candidatos para 2026. Flávio Bolsonaro lidera a lista de políticos em quem os eleitores “não votariam de jeito nenhum”, com 52%. Ele está em empate técnico com Lula, rejeitado por 50,6% dos eleitores. Eles são seguidos por Jair Bolsonaro (49,1%) e Michelle Bolsonaro (45,6%).

A inversão de expectativas também se refletiu no pavor eleitoral. Quando questionados sobre qual resultado eleitoral causaria “mais pavor ou preocupação”, 47,4% citaram a eleição de Flávio Bolsonaro, número superior aos 40,5% que disseram temer a reeleição do presidente Lula. Exclusivamente 11% disseram que se importavam também com ambos.

aprovação do governo federalista
Apesar da liderança eleitoral, o governo Lula mantém avaliações divididas e negativas. A gestão é avaliada porquê ruim ou péssima por 48,4% dos entrevistados, enquanto 42,9% a consideram magnífico ou boa e 8,7% a definem porquê mediana. A desaprovação pessoal à atuação do presidente é de 51,3%, enquanto a aprovação é de 47,4%.

Metodologia
A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg entrevistou 5.032 eleitores em todo o Brasil. O recrutamento foi realizado de forma do dedo e aleatória (Atlas RDR) entre 13 e 18 de maio de 2026. A margem de erro da pesquisa é de um ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de crédito de 95%. O estudo foi financiado com recursos próprios do instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo BR-06939/2026.

manadeira da materia

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