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ES adere ao Regime Emergencial da União para reduzir impactos do cimalha preço do diesel

ES adere ao Regime Emergencial da União para reduzir impactos do alto preço do diesel

ES adere ao Regime Emergencial da União para reduzir impactos do cimalha preço do diesel

O Governo do Estado formalizou, nesta sexta-feira (17), a adesão do Espírito Santo ao Regime Interno Emergencial de Fornecimento de Combustíveis, instituído pela União. A iniciativa foi comunicada por ofício ao Ministério de Minas e Virilidade e visa reduzir os impactos do aumento do preço do petróleo, influenciado pelos conflitos no Médio Oriente, e prometer o fornecimento dos seus derivados, uma vez que o gasóleo e o gás proveniente.

A ação procura minimizar os efeitos no dia a dia da população: o diesel é a base do transporte de cargas no país e seu aumento pressiona os preços de praticamente todos os produtos.

“Nossa decisão de aderir ao Regime Emergencial procura proteger diretamente o bolso dos espíritos santos. Sabemos que o diesel é o motor do transporte de cargas e qualquer aumento afeta rapidamente o preço dos mantimentos, remédios e roupas.Destacou o governador Ricardo Ferraço.

Criado pela Medida Provisória nº 1.349/2026 e regulamentado pelo Decreto nº 12.931/2026, o Regime Emergencial prevê o pagamento de subvenção de R$ 1,20 por litro de diesel às empresas importadoras.

O subvenção, na prática, é um base financeiro facultado pelas autoridades públicas para reduzir custos e evitar aumentos de preços para os consumidores. Metade do valor (R$ 0,60) será paga pela União e a outra metade pelo Estado. Portanto, com a adesão, o Espírito Santo contribuirá com R$ 0,60 por litro de diesel importado.

A medida será aplicada nos meses de abril e maio e ocorre num contexto em que o Brasil importa entre 25% e 30% do diesel que consome, estando sujeito a oscilações no mercado internacional. Em troca de base financeiro, a Medida Provisória estabelece que importadores e distribuidores cumpram requisitos de transparência, uma vez que a verificação de preços por meio do compartilhamento de informações com a Dependência Pátrio do Petróleo, Gás Oriundo e Biocombustíveis (ANP).

O Ministério da Herdade (Sefaz) também monitorará os valores praticados no mercado, para prometer que o favor chegue ao consumidor final. A Medida Provisória prevê punições para práticas abusivas, uma vez que aumentos injustificados de preços ou recusas de fornecimento. As multas podem variar entre R$ 50 milénio e R$ 500 milhões, além da possibilidade de interceptação das instalações do infrator.

Segundo o secretário de Estado da Herdade, auditor Benício Costa, a estimativa é de um impacto de tapume de R$ 34 milhões nas receitas do Estado durante os dois meses de vigência da medida.

“Trata-se de uma medida temporária, adotada com responsabilidade diante de um cenário fenomenal. A solidez fiscal e a gestão equilibrada e congruente das contas públicas permitem ao Estado contribuir com tranquilidade. A cooperação entre a União e os Estados, neste momento, é necessário para prometer o fornecimento e reduzir os impactos da volatilidade internacional sobre a população”destacou o secretário.

manadeira da materia

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