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Espírito Santo recebe novidade vacina do SUS que protege crianças contra pneumonia e meningite

Espírito Santo recebe nova vacina do SUS que protege crianças contra pneumonia e meningite

Espírito Santo recebe novidade vacina do SUS que protege crianças contra pneumonia e meningite

O Espírito Santo recebeu um lote inicial de 11.955 doses da vacina Pneumo 20, incorporada ao Sistema Único de Saúde (SUS) para imunização de crianças de até 5 anos que não completaram o esquema vacinal. A estratégia pátrio foi lançada no último término de semana pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e agora disponibiliza a vacinação em todo o estado. A novidade vacina protege contra 20 sorotipos da bactéria pneumococo, que culpa doenças graves uma vez que pneumonia e meningite.

Expandindo a cobertura e os custos da vacinação
As vacinas destinadas ao território capixaba fazem segmento das primeiras 573,7 milénio doses enviadas aos estados brasileiros. A previsão do Ministério da Saúde é disponibilizar mais de 6,1 milhões de doses ao longo deste ano para todo o país. Oriente é o quarto imunobiológico incorporado ao calendário infantil do SUS durante a atual gestão. Anteriormente, o entrada à vacina era restrito à rede privada, onde o dispêndio ultrapassa os R$ 500.

O diferencial da novidade vacina é a ampliação da proteção imunológica relacionada aos sorotipos que mais causam pneumonia invasiva, principalmente os tipos 3, 6A e 19A, sendo mais abrangente que as formulações anteriores. A vacina também atua contra a otite média, exigência que pode originar perda auditiva e infecção generalizada que pode levar à morte.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou a implementação da medida: “Estou muito feliz por podermos tornar esta vacinação uma veras. Pude ver os primeiros bebés, com dois meses, já protegidos com esta vacina, que é uma vacina que protege contra 20 tipos desta bactéria, que é o pneumococo.

Dados de mortalidade e internações no país
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença pneumocócica é a maior culpa de mortalidade infantil por uma doença evitável. No Brasil, entre 2023 e 2025, foram registrados 4.600 casos de meningite pneumocócica e 1.400 mortes, o que representa uma obituário superior a 30%. Entre crianças menores de 5 anos, foram registrados 616 casos e 188 óbitos no mesmo período.

A expectativa é que a vacinação em larga graduação reduza a incidência e a mortalidade pela doença, além de pacificar os custos do SUS com internações, tratamentos em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), gerenciamento de sequelas e processos de reparação. Entre 2024 e outubro de 2025, o sistema público de saúde registou mais de 34 milénio consultas relacionadas com infeções causadas pelas bactérias responsáveis ​​pela pneumonia e meningite. Só em 2025, as internações de crianças até 5 anos chegaram a 365 casos.

A Sucursal Vernáculo de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro da vacina em dezembro de 2023. As primeiras doses começaram a ser aplicadas na rede privada em 2025, mas com entrada restrito devido ao dispêndio. Com a incorporação ao SUS, a vacina será oferecida gratuitamente à população.

Transição de esquemas e grupos prioritários
Atualmente, o SUS oferece as vacinas conjugadas Pneumo 10 e Pneumo 13, e a polissacarídica 23. Com a chegada da Pneumo 20, o Ministério da Saúde iniciará uma transição gradual para substituir essas vacinas anteriores, pois a novidade vacina amplia a proteção contra um maior número de sorotipos da bactéria e aumenta o potencial de prevenção de casos graves.

A vacina Pneumo 20 será oferecida aos seguintes grupos prioritários:

  • Crianças menores de 5 anos;
  • Indígenas maiores de 5 anos (sem histórico vacinal com pneumo conjugado);
  • Idosos com 60 anos ou mais que se encontrem acamados e/ou institucionalizados;
  • Pessoas com condições clínicas especiais, atendidas em Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIEs).

Durante o período de transição, o esquema vacinal imprescindível das crianças seguirá o seguinte padrão: uma ração de Pneumo 20 aos 2 meses de idade; uma ração de Pneumo 10 aos 4 meses; e uma ração de reforço de Pneumo 20 aos 12 meses. É necessário respeitar o pausa mínimo de 60 dias entre a segunda ração e o reforço. As vacinas VPC13 e VPP23 serão utilizadas em diferentes estratégias até que se esgotem os estoques existentes.

Esta estratégia de transição será mantida até que acabem os estoques do Pneumo 10. Depois o esgotamento dessas doses, o calendário vacinal utilizará exclusivamente o Pneumo 20. Por meio do Cadastro Único de Saúde Infantil, disponível no aplicativo Meu SUS Do dedo, pais e responsáveis ​​poderão seguir o histórico vacinal em tempo real.

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