Hospital Vila Velha oferece revista que detecta até 97% dos problemas cardíacos em bebês
As cardiopatias congênitas, doença que, segundo dados do Ministério da Saúde, atinge 10 bebês em cada milénio nascidos no Brasil, teve seu dia vernáculo de conscientização na última sexta-feira (12). No Espírito Santo, o Hospital Estadual Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (Himaba), localizado em Vila Velha, oferece o revista capaz de diagnosticar até 97% dessa requisito, o chamado ecocardiograma fetal.
O diagnóstico precoce é um importante coligado, pois é fundamental para prometer o sucesso do tratamento e a qualidade de vida da párvulo e o Himaba é o hospital de referência em cardiologia pediátrica no Espírito Santo. Nascente ano, até maio, foram realizados 39 ecocardiogramas fetais e 3.826 exames cardíacos em Himaba. Em 2025, foram realizados 220 ecocardiogramas fetais e 6.323 exames cardíacos na unidade. Esses testes são essenciais para o diagnóstico precoce de anomalias cardíacas congênitas.
“O ecocardiograma desempenha um papel absolutamente médio, sendo uma instrumento indispensável para o diagnóstico precoce, definição terapia, séquito galeno e indicação cirúrgica adequada das cardiopatias congénitas”explicou a médica e coordenadora de Cardiologia Pediátrica da unidade, Danielle Lopes Rocha.
A ecocardiografia fetal deve ser realizada entre 20 e 28 semanas de prenhez e pode diagnosticar precocemente até 97% dessas condições. Outrossim, a triagem neonatal no Sistema Único de Saúde (SUS) também inclui o Teste do Coraçãozinho, revista capaz de detectar precocemente eventos graves, reduzindo o percentual de diagnósticos tardios de problemas que podem levar à morte no primeiro mês de vida. A indicação é que o teste seja realizado em recém-nascidos com mais de 34 semanas de idade gestacional, preferencialmente entre 24 e 48 horas posteriormente o promanação.
Malformações congênitas mais comuns
Segundo a coordenadora de Cardiologia Pediátrica da unidade, médica Danielle Lopes Rocha, as anomalias cardíacas estão entre as malformações congênitas mais comuns, afetando aproximadamente 1% dos nascidos vivos e constituindo importante motivo de morbidade e mortalidade infantil.
“As principais causas de defeitos cardíacos congênitos podem ser agrupadas em dois grupos: agentes ambientais e causas genéticas. Foi demonstrado que a exposição do embrião em desenvolvimento a numerosos agentes ambientais, incluindo teratógenos químicos, agentes infecciosos e doenças maternas, motivo defeitos cardíacos. Outrossim, podemos referir as causas genéticas, que são divididas em três categorias: anomalias cromossômicas, doenças monogênicas e legado complexa ou multifatorial”relatado.
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